Geo
O mapa do acervo, inclusive o que está escrito em prosa
O módulo de georreferenciamento põe o perímetro do imóvel no mapa — a partir de arquivo (KML, KMZ, GeoJSON) ou reconstruído do memorial descritivo que já está digitado no texto da averbação, com conferência de área e de fuso.
O acervo já tem o mapa — em texto
Cartório que recebeu georreferenciamento nos últimos anos tem centenas de matrículas com a poligonal inteira digitada na averbação, vértice a vértice. Esse texto vira polígono sem ninguém redigitar nada.
O que o sistema confere sozinho
- a área, contra as áreas que o próprio ato cita — e não contra a primeira delas, porque o desmembramento abre pela área que sai e descreve o perímetro do que fica;
- o fuso, contra a malha do município: o meridiano central declarado no papel às vezes põe o imóvel a setecentos quilômetros dali, com a área fechando certa, porque trocar de fuso preserva a forma;
- a leitura das coordenadas nos dois modos como o memorial é escrito, com o hemisfério na letra ou no sinal.
O que não vira mapa entra assim mesmo, marcado como pendente e com o ato de origem à vista — em vez de sumir.
O mapa também serve à qualificação
O KML anexado ao protocolo abre por cima do acervo, mostrando as matrículas em volta e a área em comum com cada uma. A sobreposição é medida, e a lasca de divisa entre dois levantamentos feitos por topógrafos diferentes não vira alarme.
Perguntas frequentes
O que costumam perguntar
Preciso contratar um georreferenciador para usar o módulo?
Não para ver o acervo no mapa: o que já está descrito nos atos é reconstruído pelo próprio sistema. O trabalho técnico continua sendo do profissional habilitado.
Que formatos de arquivo são aceitos?
KML, KMZ e GeoJSON na tela e no anexo do protocolo. Shapefile em .zip e DXF ficam de fora do anexo porque não há onde informar o fuso.
Quer ver funcionando na sua serventia?
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